Entre o galpão e a plataforma digital: a parcialização do trabalho como base da expansão da Amazon

Tabata Souza da Luz Ribeiro

Resumo


 

O filme Blade Runner, dirigido por Ridley Scott e lançado em 1982, retrata uma Los Angeles distópica de 2019 em que humanos dividem o universo com robôs dotados de inteligência artificial (chamados de replicantes) e desenvolvidos por uma empresa de tecnologia. Na história, esses replicantes são clones humanos perfeitos e a maneira encontrada para distingui-los das demais pessoas, é uma entrevista com perguntas sobre aspectos culturais e emocionais, sob a premissa de que apenas seres humanos seriam capazes de esboçar algumas reações diante desses questionamentos. O proprietário da empresa responsável pelos replicantes, preocupado em aprimorar suas criações e continuar com os negócios, encontra uma saída através da implantação de memórias humanas nos robôs. Em linhas gerais, ele pretende treinar a inteligência artificial com base no conhecimento humano sobre, especialmente, nuances culturais e emocionais, para que o desempenho dos replicantes ao teste seja o mais humano possível. Um aspecto que permanece oculto na obra é a origem destas memórias, isto é, quem são as pessoas responsáveis por transmitir e treinar esses replicantes e de que maneira isto é feito.


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ISSN 2319-0574