Entrando pelo tubo: o trabalho de crianças e adolescentes no mundo digital

Autores

  • Agnes Luiza Soares Gonçalves Pós-graduada em Direito do Trabalho e Processo pela PUC Minas/IEC. Bacharel em Direito pela Escola Superior Dom Hélder Câmara. Assessora Jurídica na Procuradoria Regional do Trabalho da 3ª Região. Esse texto é resultado de pesquisa de pós-graduação desenvolvida no IEC/PUC-MG, ainda inédita.
  • Ana Carolina Paes Leme Doutoranda e Mestre em Direito pelo Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais. Professora da Pós-Graduação em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho da PUC Minas/IEC. Servidora do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (Analista judiciário).

Resumo

Um estudo realizado pela empresa Harris Poll, a pedido da fábrica de brinquedos Lego, entrevistou, no ano de 2019, 3.000 crianças norte-americanas e britânicas a respeito da profissão que desejavam seguir, sendo que três a cada dez responderam youtubers ou vlogueiras, seguidas pelas profissões de professor, atleta e músico. Ficando por último a de astronauta.[1] O número de crianças que escolheram a profissão de youtubers ou vlogueiras é bem expressivo considerando o universo amostral e, sem dúvida, decorre do crescimento latente das plataformas digitais, mais especificamente o Youtube.[1] CRIANÇAS de hoje preferem ser youtubers do que astronautas. Revista Galileu, São Paulo, 18 jul. 2019. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2019/07/criancas-de-hoje-preferem-ser-youtubers-do-que-astronautas.html. Acesso em: 14 set. 2021.

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Publicado

2022-06-30

Edição

Seção

Diagnóstico